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quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Atividade econômica recuou 0,01% em setembro, informa o Banco Central

Atividade econômica recuou 0,01% em setembro, informa o Banco Central
Após duas, quedas seguidas, demanda do consumidor por crédito cresce 6,5% em outubro
Apesar da reação, Serasa Experian acredita que a alta dos juros inibe uma recuperação mais acentuada
Após duas quedas mensais seguidas, a demanda dos consumidores por crédito cresceu 6,5% em outubro, segundo a Serasa Experian. Na comparação com o décimo mês do ano passado, porém, houve queda de 5,2%. No acumulado dos primeiros dez meses de 2013, a busca por crédito cresceu 3,6% sobre o mesmo período de 2012.
De acordo com os economistas da Serasa Experian, o encarecimento do custo do crédito determinado pelas sucessivas elevações da taxa básica de juros (taxa Selic) tem desestimulado os consumidores a ampliar seus níveis de endividamento, especialmente diante de uma conjuntura econômica caracterizada por maiores graus de incerteza. Vale lembrar também que a greve dos bancários encerrou-se no dia 14 de outubro, podendo ter acarretado dificuldade de acesso dos consumidores a determinadas linhas de crédito no mês passado até aquela data
A variação da demanda por crédito por renda mensal em outubro, em relação a setembro (os percentuais entre parênteses indicam a variação nos primeiros dez meses do ano em relação ao mesmo período de 2012):
• Até R$ 500: 12,1% (10,5%)
• R$ 500 a R$ 1 mil: 9,8% (5,6%)
• R$ 1 mil a R$ 2 mil: 4,3% (1,5%)
• R$ 2 mil a R$ 5 mil: 0,6% (-0,7%)
• R$ 5 mil a R$ 10 mil: -3,1% (-2,4%)
• Mais de R$ 10 mil: -2,3% (-1,4%)
• Geral: 6,5% (3,6%)
Regiões – Em outubro, as maiores alta na demanda por crédito ocorreram no Norte e no Nordeste. A única queda foi anotada no Centro-Oeste.
A variação da demanda por crédito por região em outubro, em relação a setembro (os percentuais entre parênteses indicam a variação nos primeiros dez meses do ano em relação ao mesmo período de 2012):
• Centro-Oeste: -4,3% (-2,1%)
• Norte: 16,4% (13,9%)
• Nordeste: 14,6% (10,4%)
• Sul: 10,9% (4,7%)
• Sudeste: 2,9% (0,8%)

• Brasil: 6,5% (3,6%)

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