A equipe de análise do Citigroup acredita que o plano de banda larga do governo federal anunciado na última terça-feira (4) pode ser modificado até as eleições em outubro.
Em sua visão, os analistas James Rivett e Alexandre Garcia levantam três importantes perguntas que ainda estão pendentes e precisam ser resolvidas o quanto antes. A primeira delas é se as operadoras poderão lucrar com os preços da baixa capacidade de navegação ou se elas apenas oferecerão o produto a preço de custo.
Uma segunda questão é quando que os players do setor poderão colocar suas próprias tarifas e a terceira, se a Telebrás (TELB3; TELB4) irá seguir a mesma regulação das outras empresas privadas do setor.
Telebrás
Segundo Rivett e Garcia, é provável que a Telebrás consiga oferecer serviços em regiões mais afastadas, o que pode, em um primeiro momento, afetar o desempenho das operadoras de telefonia móvel que tentam implantar o 3G nestas áreas, já que este é o único serviço de internet disponível.
Segundo Rivett e Garcia, é provável que a Telebrás consiga oferecer serviços em regiões mais afastadas, o que pode, em um primeiro momento, afetar o desempenho das operadoras de telefonia móvel que tentam implantar o 3G nestas áreas, já que este é o único serviço de internet disponível.
“Acreditamos que o governo precisará do conhecimento e experiência da incumbida [Telebrás] para alcançar suas metas ambiciosas, mas operadoras precisariam ser apropriadamente incentivadas”, comentam os analistas.
Entre as metas do governo federal está o fornecimento de banda larga de baixa capacidade a um preço acessível ou a todos os pequenos players do mercado. A ideia é que a Telebrás cobre R$ 230 por mbps, enquanto o mercado privado cobra R$ 800 por mesma banda.
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