Os benefícios sociais como o Bolsa Família e a aposentadoria especial antecipada reduziram a quantidade de mão de obra no meio rural nordestino. Além disso, muitos agricultores optam por trabalhar sem carteira assinada com medo de perderem auxílios governamentais. Em Brejões (281 km ao sul de Salvador), grandes fazendas abandonaram nos últimos três anos a produção do café, que empregava mais de 170 pessoas por propriedade, e passaram a criar gado, com menos de dez peões. As informações são da Folha de S. Paulo.
"A falta de mão de obra rural no Nordeste é crônica", afirma João Lopes Araújo, vice-presidente da Associação Comercial da Bahia. No caso da aposentadoria antecipada, o registro em carteira tiraria o trabalhador da condição de "segurado especial", tornando-o "assalariado rural". Com isso, ele seria obrigado a contribuir por 13 anos ou a trabalhar mais cinco anos. No caso do Bolsa Família, os beneficiários não perderiam necessariamente o dinheiro (pois trabalham apenas alguns meses na safra). Mesmo assim, preferem não correr o risco.
Este é o cenário típico do nosso RN.
ResponderExcluirE o vetor da popularidade do nosso Presidente no Nordeste. Tornando a cada dia, uma imensa cartela de clientes para o nosso páis! E agora José?
Pq nenhum Presidente irá dá cabro a tais progrmas. E nem tão pouco fomentar a saída dos beneficiários da condição de assistido pelo Estado..E aí?
Qual a saída, Aragão?