Risco-País fecha em alta de 17 pontos, com tensão na Europa e agenda dos EUA
O indicador de risco-País encerrou a sessão desta terça-feira (4) em forte alta de 17 pontos-base, a segunda variação positiva consecutiva, repercutindo a divulgação de indicadores na cena norte-americana e a cautela do mercado ante o noticiárioespanhol.
Rumores de que as agências de risco Moody's e Fitch rebaixariam novamente a classificação de risco da Espanha mexeram com o ânimo dos investidores ao longo do dia. Embora isto tenha sido negado, permaneceu o temor de que a Espanha fosse o próximo país a precisar de um pacote de resgate fiscal, depois da Grécia. O primeiro-ministro espanhol, Jose Luis Zapatero, desmentiu a especulação, que classificou como “infundada e irresponsável”.
Em contrapartida, números do setor imobiliário norte-americano surpreenderam positivamente. A assinatura de contratos de vendas de casas cresceu 5,3% em março, enquanto o volume de encomendas à indústria norte-americana aumentou 1,3% no mesmo período.
Global40
O principal título da dívida externa brasileira, o Global 40, encerrou em alta de 0,07% na noite desta terça-feira, cotado a 133,75 centavos de dólar.
O principal título da dívida externa brasileira, o Global 40, encerrou em alta de 0,07% na noite desta terça-feira, cotado a 133,75 centavos de dólar.
Refletindo o desempenho dos principais títulos da dívida externa brasileira, o indicador de risco Brasil calculado pelo conglomerado norte-americano JP Morgan encerrou a 207 pontos-base.
Ativo | Último | Fech. Anterior | Var % |
Global 40 | 133,75 | 133,75 | +0,07 |
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