O Banco do Brasil (BBAS3) estuda a criação de uma corretora de valores própria, informou Gilberto Lourenço, gerente geral de Relações com Investidores do banco na noite da última terça-feira (23), durante encontro da Apimec (Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais), em São Paulo.
Em reposta à questionamentos de acionistas, que disseram ser prejudicados pelo fato de o banco não ter uma corretora própria para que eles, clientes do banco, possam fazer seus investimentos no mercado de capitais, Lourenço destacou que este é um assunto presente na pauta da instituição financeira há algum tempo e que segue entre a lista de prioridades.
Prioridades
"Estamos com um estudo interno muito forte (para encontrar a melhor forma de ter uma corretora própria), mas ainda não concluímos isso", disse. O executivo lembrou que o banco esteve focado nos últimos meses em sua oferta de ações, realizada em maio, o que deixou outros projetos de lado. No entanto, passada a oferta, o executivo acredita que em breve este pedido dos acionistas será atendido.
Lourenço destacou que o banco continua com sua estratégia de elevar sua participação no mercado de capitais, e que, neste sentido, ter uma corretora de valores seria um grande passo. Além disso, o gerente ressaltou que o BB recebeu neste ano do Federal Reserve norte-americano o título de Finantial Holding Company, "que deve ajudar a acelerar este processo da corretora".
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