Redesim
apresenta terceira e última proposta para implantação do Registro Integrado em
SE
Sistema
visa à desburocratização, no âmbito Estadual e Municipal, tanto na abertura
como no fechamento de uma empresa.
Visando
implementar as mais modernas técnicas de desburocratização e simplificação em
relação ao seu público alvo, a Junta
Comercial de Sergipe (Jucese), vinculada à Secretaria de Estado do
Desenvolvimento Econômico e da Ciência e Tecnologia (Sedetec), realizou na
última segunda-feira, 19, mais uma reunião do comitê da Rede Nacional para a
Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios (Redesim ).
Na
oportunidade foi discutida a terceira e última proposta de implantação do
Registro Integrado (Regin). Este sistema visa à desburocratização, no âmbito
Estadual e Municipal, tanto na abertura como no fechamento de uma empresa.
Neste processo estão integrados a Secretaria da Fazenda do Estado (Sefaz), além
das Prefeituras Municipais e instituições públicas de licenciamento, como
bombeiros e vigilância sanitária.
O
Regin, já implantado em Santa Catarina, pode beneficiar os empresários
sergipanos através da atualização automática dos dados da empresa nos cadastros
federal e das prefeituras, incluindo o alvará da vigilância sanitária,
permitindo ao empresário dar entrada ao processo, por meio do módulo de
requerimento eletrônico, na Junta Comercial, com geração automática da capa do
processo, do documento de arrecadação e do contrato padrão ou da possibilidade
de importar o mesmo.
“O
diferencial do Regin é que será possível organizar as informações relacionadas
à economia do Estado, pois a participação direta dos cartórios facilitará a
elaboração de relatórios e documentos. A parceria com os cartórios é um
diferencial desse sistema no sentido de integrar todos os municípios à Redesim
”, explicou o técnico do DET/Sedetec, Márcio Monteiro, que atua no Redesim
também por conta de ser o coordenador do Fórum Estadual de MPEs.
Já o
diretor técnico da PSCS, sigla referente ao Sistema Integrador desenvolvido
pela Pro Solution, Francisco Cunha, ressaltou que o cidadão, antes de construir
sua empresa ou alterar a sua denominação social, sua atividade ou endereço,
deverá utilizar o módulo de viabilidade. “Com isso ele verificará se existe
impedimentos ou se a proposta é compatível com as normas da região sobre
zoneamento. Feito isto, o pedido de viabilidade facilitará no processo de
abertura da empresa ou na alteração”, informou Francisco Cunha.
Depois
de efetivar o processo, o empresário receberá seu cadastro na Junta Comercial,
o número de registro no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ), o número
de Inscrição Estadual (IE) e também os protocolos da solicitação de alvará de
funcionamento da prefeitura, do corpo de bombeiros, da vigilância sanitária e
de outras instituições públicas necessárias ao processo, incluindo a relação de
todos os documentos.
Além
disso, as instituições conveniadas receberão informes on-line dos cadastros das
empresas, o que facilitará a circulação de dados e a aferição e controle da
quantidade de empresas que iniciarão seu funcionamento de forma oficial no
Estado. “Por isso que é possível dizer que a modernização dos processos na
Junta desburocratizam e geram vantagens para as partes, seja o empreendedor,
sejam os órgãos de registro e fiscalização. E agora chegou o momento do comitê
estadual decidir pela melhor opção dentre os três sistemas integradores
apresentados”, finalizou Márcio Monteiro.
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