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quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Câmbio influencia aumento do crédito em setembro


Câmbio influencia aumento do crédito em setembro
As operações concedidas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) cresceram 3,2% no mês
Segundo a Nota de Política Monetária do Banco Central, as operações de crédito do sistema financeiro apresentaram expansão em setembro. O avanço foi maior do que o observado em agosto.
O Banco Central ressalta, no entanto, que a evolução foi influenciada pelos efeitos da desvalorização do real frente ao dólar, que aumentou o valor de financiamentos lastreados em moeda estrangeira.
O total de crédito do sistema financeiro, computadas as operações com recursos livres e direcionados, atingiu R$ 1,929 bilhão em setembro, registrando expansões de 2,1% no mês e de 13,1% no ano.
A relação entre crédito e Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil passou a representar 48,4%, frente 47,9% no mês anterior.
As operações concedidas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) cresceram 3,2% no mês, ou 11,1% no ano. O valor soma R$ 397,4 bilhões.
O crédito habitacional, que inclui os recursos da poupança e do FGTS, chegou a R$ 172,9 bilhões, com elevação de 2,3%.
O crédito livre alcançou R$ 1,247 trilhão em setembro, em um avanço de 1,7% no mês.
Setores
Os recursos alocados na indústria cresceram 2,6%, totalizando R$ 401,9 bilhões, assinalando-se as contratações em siderurgia, agronegócio, energia e transportes.
No setor comercial, o volume de crédito alcançou R$ 197 bilhões, com expansão mensal de 2,3%.
O percentual de inadimplência nos créditos referentes a empresas situa-se em 6,4% para atrasos de mais de 15 dias e em 2,1% para atrasos de mais de 90 dias.
Os financiamentos direcionados ao setor público cresceram 5,8% em setembro, também em reflexo da depreciação cambial nos saldos das empresas de petróleo e gás.
Além disso, o Banco Central destaca o crescimento de 9,5% da dívida bancária do governo federal, que alcançou os R$ 37,8 bilhões.
As operações destinadas a estados e municípios somaram R$ 36,5 bilhões, com evolução mensal de 2,2%, com foco em infraestrutura urbana e energia

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