CSN
prevê manutenção no preço do aço e não descarta novas aquisições
A CSN (CSNA3), durante a teleconferência dos
resultados do 3º trimestre realizada nesta sexta-feira (28), revelou que
pretende manter os preços praticados nos meses de julho a setembro deste ano,
além de revelar que não trabalha com o risco de alteração no preço do aço no
Brasil, apesar de ter registrado aumento do seu custo operacional no último
trimestre.
Segundo
o diretor de Relações com Investidores, David Salama, a empresa, porém, antes
de pensar em mudança de preços, tem outras prioridades na indústria, como
consolidar suas atividades e "banir a importação de aço do mercado".
Além
disso, a CSN pretende seguir com o mesmo número de vendas registrado no 3T11,
podendo marcar 1,2 milhão de tonelada no 4T11. A empresa espera ainda que as
importações diretas de aço sejam reduzidas de três milhões para 1,7 milhão de
tonelada, o que configuraria um cenário positivo para a companhia.
Por
sua vez, em termos de importação indireta de aço, a CSN acredita que a
importação indireta de aço plano no Brasil deva chegar a cinco milhões de
toneladas, "o que é um número absolutamente ruim para o Brasil e para
cadeia de valor", na avaliação do executivo.
Por
fim, a CSN disse que pretende superar o volume de vendas de aço atingido até o
momento, podendo chegar até 5,3 milhões de toneladas no próximo ano. Já em
termos de minério de ferro, a empresa pretende vender 33 milhões de toneladas
em minério de ferro em 2012.
Dividendos
Sobre
o acúmulo de caixa da companhia, atualmente em R$ 15,6 bilhões, a empresa disse
que o dinheiro é para projetos futuros e não descarta a possibilidade de novas
aquisições. Quando questionada se este montante poderia ir para um maior
pagamento de dividendosaos acionistas, a CSN não descartou nem confirmou.
Por:
Graziele Oliveira
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