Aluguéis
novos têm alta de 19% em 12 meses na capital paulista, diz Secovi
Os
custos de contratos novos de locação na capital paulista subiram em média 2,2%
no mês de outubro em relação a setembro, segundo pesquisa feita pelo Sindicato
da Habitação de São Paulo (Secovi-SP). Considerando os últimos 12 meses, a alta
acumulada é de 19,66%. Essa é a maior elevação para o período de um ano, desde
que a pesquisa começou a ser feita, em janeiro de 2005.
Para
Francisco Virgilio Crestana, vice-presidente de gestão patrimonial e locação do
Secovi-SP, “isso mostra que não há um estoque suficiente de imóveis para se
alugar na cidade, situação que não deve ser revertida em curto prazo”.
O
maior índice de aumento foi encontrado nos imóveis com um ou dois quartos, que
subiram no mês passado, em média, 3% e 2,5%, respectivamente. Apartamentos e
casas de 3 dormitórios não apresentaram variação em outubro.
Para
os contratos de aluguel em andamento, com aniversário em novembro e atualização
pelo Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M), da Fundação Getulio Vargas
(FGV), o reajuste será de 6,95%. Esse percentual, segundo o Secovi, demonstra
tendência de redução da taxa acumulada do ano.
Entre
as modalidades de garantia locatícia, a mais utilizada em outubro foi o fiador,
que respondeu por 47,5% dos novos contratos. Em seguida aparece o depósito
antecipado de três meses de aluguel, que foi a garantia apresentada em 32% das
locações. O seguro-fiança foi responsável por pouco mais de um quinto (20,5%)
dos casos.
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