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sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Confiança da indústria para de cair, diz prévia da FGV


Confiança da indústria para de cair, diz prévia da FGV
A prévia do Índice de Confiança da Indústria (ICI) de novembro mostrou que, neste mês, o humor da indústria parou de cair, com interrupção de sequência de dez meses de queda no indicador. É o que informou hoje a Fundação Getúlio Vargas (FGV) ao anunciar resultado parcial do índice. Este mês, a prévia do ICI teve estabilidade entre outubro e novembro - sendo que, em outubro, o indicador recuou 0,4%.
Pelos resultados preliminares, ICI manteve-se em 100,7 pontos em novembro. Este desempenho ainda é 3,2 pontos abaixo da média histórica desde 2003; e menor nível desde agosto de 2009 (100,2).
Já a prévia para o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) de novembro ficou em 83,3%, patamar idêntico ao da média histórica desde 2003; e o menor desde novembro de 2009 (82,9%), segundo dados da FGV. Em outubro, o Nuci fechado foi de 83,5%.
Este mês, pela primeira vez, a fundação anunciou a prévia do Índice de Confiança da Indústria de novembro, indicador calculado a partir de dados da Sondagem Conjuntural da Indústria da Transformação - no qual está incluído o Nuci. Para a prévia, foram consultadas 801 empresas, cerca de dois terços da amostra total da pesquisa.
Dívida do setor público sobe para 38,2% do PIB
A dívida líquida do setor público teve uma alta de 1 ponto porcentual em outubro, encerrando o mês correspondendo a 38,2% do Produto Interno Bruto (PIB), segundo dados divulgados hoje pelo Banco Central (BC). Em setembro, a dívida líquida estava em 37,2% do PIB. Segundo o BC, a dívida líquida do setor público totalizou R$ 1,534 trilhão. A variação cambial de 8,9% no mês contribuiu para o aumento da dívida em outubro em relação a setembro.
A dívida bruta terminou outubro equivalente a 55,4% do PIB, abaixo do 55,9% do PIB em setembro. A dívida bruta brasileira somou, em outubro, R$ 2,226 trilhões.
Superávit
O setor público consolidado registrou em outubro um superávit primário (economia para o pagamento dos juros da dívida pública) de R$ 13,959 bilhões, segundo o Banco Central. Esse resultado teve uma contribuição do Governo Central (Tesouro, BC e Previdência) de R$ 11,404 bilhões, enquanto que os governos regionais (Estados e municípios) registraram superávit de R$ 2,229 bilhões e as empresas estatais registraram superávit de R$ 326 milhões.
No acumulado do ano, segundo dados do BC, o resultado primário do setor público consolidado é positivo em R$ 118,596 bilhões, o que representa 3,54% do PIB.
No acumulado de janeiro a outubro o superávit do governo central é de R$ 85,724 bilhões, o que representa 2,56% do PIB. Os governos regionais acumulam superávit de R$ 30,848 bilhões, 0,92% do PIB, enquanto que as empresas estatais acumulam um resultado positivo de R$ 2,024 bilhões, 0,06% do PIB. Segundo o BC, o superávit primário acumulado até outubro representa 93% da meta estipulada para o ano que é de R$ 127,9 bilhões.

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