Miriam
diz que País vai crescer e incentiva investimento
A
ministra do Planejamento, Miriam Belchior, disse hoje que o momento econômico
mundial é preocupante, mas o País continuará na sua trajetória de crescimento.
Miriam falou para uma plateia de micro e pequenos empresários e representantes
governamentais durante a abertura do 4.º Fomenta Nacional-SP, evento organizado
pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) em um
hotel da capital paulista. Segundo Miriam, o Brasil não está isolado do resto
do mundo e, embora internamente tenha circunstâncias propícias, está cercado
por condições desfavoráveis no âmbito da economia internacional.
A
ministra tranquilizou os presentes lembrando que eles trabalham com a mesma
lógica dos grandes empresários quando pensam no futuro. Nesse sentido, disse,
os micro e pequenos empresários devem continuar a realizar investimentos e
confiar na trajetória de crescimento econômico nacional. Miriam afirmou que o
Brasil passou pelas dificuldades provocadas pela crise de 2008 e 2009 mantendo
o consumo e os investimentos. A ministra citou como exemplo os programas do
governo federal, em especial o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
Neste
ano, segundo Miriam, já foram investidos R$ 43 bilhões do PAC, o que representa
22% a mais do que o gasto em 2010. A ministra destacou no evento organizado
pelo Sebrae a conclusão, nos primeiros nove meses deste ano, de 11% do total de
obras programadas para até 2014.
Outro
ponto citado pela ministra como forma de tranquilizar e estimular os micro e
pequenos empresários é o enfrentamento, pelo governo federal, da concorrência
predatória de produtos importados. "Estamos enfrentando esta concorrência
porque o Brasil é um grande mercado. Precisamos nos proteger da concorrência
predatória", disse, frisando que esse foi um dos motivos de a presidente
Dilma Rousseff ter lançado em agosto o programa Brasil Maior.
"Estamos
crescendo. Como dizem os economistas, o crescimento já está contratado",
afirmou, lembrando que as micro e pequenas empresas têm papel fundamental neste
processo, gerando empregos e mantendo os investimentos. Segundo ela, as micro e
pequenas empresas são responsáveis por 64% de todas as compras do governo
federal com valores de até R$ 80 mil.
Miriam
deixou o evento sem falar com jornalistas e foi para São Bernardo do Campo
(SP), onde participaria de almoço da Associação dos Construtores Imobiliários e
Administradoras do Grande ABC (ACIGABC).
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