Encomendas
de bens duráveis sobem 3% nos EUA
As
encomendas de bens duráveis nos EUA cresceram 3,0% em dezembro, para o valor
sazonalmente ajustado de US$ 214,52 bilhões, informou hoje o Departamento de
Comércio. O aumento ficou acima da previsão dos economistas, de 2,0%. Os ganhos
nas encomendas de carros, aeronaves comerciais, maquinário, equipamentos de
comunicação e metais primários lideraram o aumento sólido, compensando recuos
em equipamentos técnicos e metais fabricados. Em novembro, o total de
encomendas foi revisado para cima, para alta de 4,3% - anteriormente, essa alta
havia sido colocada em 3,8%.
As encomendas de bens de capital excetuando-se
aqueles de defesa e aeronaves subiu em 2,9% em dezembro, sugerindo que algumas
empresas mostram-se mais confiantes com a ainda difícil recuperação econômica.
As encomendas não atendidas subiram 1,5%, um sinal encorajador para as
manufaturas porque esta categoria é um sinal de demanda futura. O índice é o
mais forte desde março de 2008. Em todo o ano, as encomendas de bens duráveis
subiram 10,0% em 2011, após avançarem 15,5% durante 2010 e recuarem 27,6% em
2009.
Fora do setor de transportes, as encomendas de
bens duráveis subiram 2,1% em dezembro, após alta de 0,5% no mês anterior.
Excluindo-se as encomendas ligadas à defesa, a alta nas encomendas de bens
duráveis ficou em 3,5% em dezembro, após subirem 4,6% no mês de novembro. Os
embarques de bens duráveis subiram 2,1% no mês passado. Já os estoques
registraram alta de 0,3%.
Auxílio-desemprego
O número de trabalhadores norte-americanos que
entraram pela primeira vez com pedido de auxílio-desemprego subiu 21 mil, para
377 mil, na semana encerrada em 21 de janeiro, informou o Departamento do
Trabalho dos EUA. O número da semana encerrada em 14 de janeiro foi revisado em
alta para 356 mil, de 352 mil anteriormente informado, ainda se mantendo no menor
nível desde abril de 2008.
A média móvel de pedidos feitos em quatro
semanas, que suaviza a volatilidade do dado, diminuiu 2.500 na semana passada,
para 377.500. Na semana encerrada em 14 de janeiro, o número total de
norte-americanos que recebiam auxílio-desemprego subiu 88 mil, para 3.554.000.
A taxa de desemprego para trabalhadores com
seguro-desemprego foi de 2,8% na semana encerrada em 14 de janeiro, acima de
2,7% na semana anterior. Nos EUA, as regras para distribuição do
auxílio-desemprego variam de Estado para Estado e nem todos os desempregados
têm direito ao benefício. As informações são da Dow Jones.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
obrigado por sua participação retornarei em breve