Fecomercio-SP
quer que medidas de estímulo beneficiem micro e pequenas empresas (Notícias
Agência Brasil - Abr)
A Federação do Comércio de São Paulo
(Fecomercio-SP) pediu ontem (22) que o governo federal estenda as medidas de
estímulo anunciadas no dia (21) também às micro e pequenas empresas. Foram
reduzidos o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de carros e
utilitários e o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) que incide sobre o
crédito para a pessoa física.
A
entidade classificou as medidas de "pontuais" e
"provisórias". A Fecomercio-SP defende que o estímulo fiscal seja
estendido aos demais setores da economia, "principalmente para as micro e
pequenas empresas, que são as maiores geradoras de emprego no país".
Em
nota divulgada nesta terça-feira, a federação avaliou que medidas não serão
capazes de manter os níveis de consumo interno necessários para o bom andamento
da economia. "Não há como manter o nível de consumo interno se apoiando
apenas em segmentos isolados", ressalta a Fecomercio.
Para
a federação, a política econômica está sendo guiada pela pressão de alguns
setores. "O governo tem passado a impressão de que os interesses setoriais
podem se sobrepor a um projeto mais amplo de estímulo à economia, com benefícios
a todo sistema produtivo, e não apenas àqueles que detêm maior
representatividade econômica e política".
Apesar
de criticar a falta de medidas mais amplas, a Fecomercio diz que reconhece o
"esforço do governo em reduzir os juros para as pessoas físicas e
jurídicas, o que irá, certamente, estimular o comércio e aquecer a
economia" e pondera que "qualquer medida que visa à redução da carga
tributária é saudável para a economia".
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