Emprego
na indústria cearense cai 1% em julho
Houve
retração em 12 dos 14 locais pesquisados pelo IBGE
O emprego na indústria cearense caiu 1% em
julho na comparação com igual período do ano passado. A queda foi maior do que
a variação negativa de 0,8% registrada no País. Os dados são da Pesquisa
Industrial Mensal Emprego e Salário feita pela Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatística (IBGE).
A
queda foi puxada principalmente pela redução nos setores de indústrias
extrativas (-11,2%) e máquinas e aparelhos elétricos e eletrônicos (-11,8%).
Também houve variação negativa em mais 8 seções: indústria de transformação
(-0,9%), alimentos e bebidas (-7,8%), têxtil (-7,6), vestuário (-4,5%), madeira
(-6,3%), produtos de metal (-3,7%), máquinas e equipamentos (-4,2%) e
fabricação de meios de transporte (-3,1%).
Retração
foi generalizada
A
redução nos índices de emprego no Estado, no entanto, não foi a maior
registrada no País. Houve retração em 12 dos 14 locais pesquisados pelo IBGE e
em 12 dos 18 setores investigados. O
principais impactos negativos ocorreram na Bahia (-7,4%), Pernambuco (-5,3%) e
no Rio Grande do Sul (-2,1%).
O
quadro piora diante da ausência de perspectivas de melhora nos próximos meses,
segundo analistas. Em julho, o número de horas pagas aos trabalhadores da
indústria, já descontadas as influências sazonais, teve recuo 0,3% ante junho,
na terceira taxa negativa consecutiva, acumulando nesse período perda de 1,5%.
O
indicador sinaliza maior ritmo de produção e indica futuras contratações. Ou
seja, primeiro, empresários aumentam as horas extras e só quando sentem uma
recuperação mais firme abrem novas vagas.
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