Poupança
fica mais rentável
A
rentabilidade a ser creditada pela caderneta de poupança, a partir do dia 1º de
outubro, volta a ser composta pela variação da Taxa Referencial (TR), mais juro
de 0,5% ao mês. Ou seja, não há mais distinção entre as contas antigas, abertas
até o dia 3 de maio de 2012 , que permaneceram com a rentabilidade mínima
garantida de TR mais 0,5% ao mês de juro, e as contas novas, abertas a partir
do dia 4 de maio do ano passado, que tiveram a rentabilidade reduzida à TR mais
70% da taxa Selic, sempre que essa taxa fosse 8,5% ao ano ou abaixo disso. Como
a Selic subiu para 9% ao ano, por decisão do Comitê Política Monetária (Copom)
na reunião desta quarta-feira, dia 28, foi eliminada a trava de remuneração da
caderneta nova.
Na
prática, além do juro de 0,5% ao mês ou 6,17% ao ano, será paga a variação da
TR, que está deixando de ser próxima de zero e engordando um pouco mais o
rendimento final da caderneta. Tanto é que já no mês de setembro, em vários
dias, a remuneração mensal supera o nível de 0,5% e deverá chegar a 0,6% ao mês
em outubro. A regra tradicional de cálculo para todas as contas de poupança
(juro de 0,50% ao mês mais TR) passou a valer no dia 29 de agosto, para o
dinheiro já depositado ou novos depósitos, e o rendimento a ser calculado a
partir da data da aniversário da caderneta em setembro. O crédito será feito a
partir de outubro.
Não
necessariamente pela rentabilidade, que não é a mais atraente do mercado, mas
considerando o prazo mensal para resgate, a isenção de imposto de renda e
simplicidade na movimentação, a caderneta deve continuar atraindo os
investidores.
Já
os fundos de renda fixa e DI poderão oferecer concorrência à caderneta, pagando
uma rentabilidade mais elevada. Isto é, se cobrar taxa de administração
inferior a 1% ao ano.
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