Presidente do CONFAZ afirma que Reforma Tributária é importante para
crescimento do país (Notícias Secretaria da Fazenda do Estado Piauí)
"A Reforma do ICMS seria um
novo modo de destravar o novo ciclo de crescimento que estamos vivenciando
desde 2013. Embora com entraves financeiros, jurídicos e políticos, acreditamos
que o Brasil encontrará uma saída." , disse o Secretário Executivo Adjunto
do Ministério da Fazenda e Presidente do CONFAZ, Dyogo Henrique de Oliveira,
durante a sua apresentação no Encontro Estadual do Servidor Fazendário, que
aconteceu nesta quinta-feira (20), promovido pela SEFAZ PI.
Oliveira, que é Presidente do
CONFAZ ainda ressaltou o empenho do Secretário da Fazenda, Silvano Alencar,
como um dos maiores defensores da Reforma do ICMS. "Silvano Alencar o fez
não por presunção e envaidecimento intelectual, mas por defesa dos interesses
do Piauí., destacou o Presidente do CONFAZ.Como solução para o impasse da Guerra
Fiscal, Dyogo Oliveira destacou a proposta em discussão a respeito do
estabelecimento de um limite curto para a concessão dos incentivos, atrelado à
redução das alíquotas do ICMS.
"A Guerra Fiscal provoca
perda da competitividade geral da economia. Parte do benefício dela é para
compensar perdas produtivas. A Guerra Fiscal provoca distorções , passivos e
tensionamento das relações federativas. ", disse o palestrante, que ainda
ressaltou que a Guerra Fiscal já traz prejuízos para todos os estados, que
sofrem com a perda da arrecadação. "Inclusive, o prejuízo também se
estende para as empresas. O grande fator preocupante é o tamanho do passivo
tributário que as empresas estão acumulando: elas estão travando investimentos,
mas sem os incentivos, não conseguem competir.", acrescentou.
A erosão da base do ICMS pela Guerra Fiscal se
reflete nos números: segundo dados apresentados, por Dyogo, enquanto em 1968, o
ICMS correspondia a 7,28% do PIB, em 2011, o valor percentual do PIB
correspondente ao ICMS é 7,27%. A progressão, no decorrer dos anos, deveria
apresentar como percentual um valor 30% maior do que era em 1968. A renúncia
fiscal chega a 60 milhões ao ano pelos Estados, segundo o Presidente do CONFAZ.
Assim, o ICMS, com a Guerra Fiscal, continua estagnado enquanto a carga
tributária cresce.
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