MDIC
quer mais estados participando com intensidade da pauta de exportação do país
(Notícias Agência Brasil - ABr)
A
ampliação da base exportadora e a inclusão dos pequenos empresários na pauta da
exportação brasileira estão na mira do Ministério do Desenvolvimento, Indústria
e Comércio Exterior (MDIC). Segundo a secretária de Comércio Exterior, Tatiana
Prazeres, a ideia é desenvolver mapas estratégicos de embarques para o exterior
por estado da Federação a fim de alavancar as vendas nos estados.
"Queremos
aproximar quem precisa de quem tem algo a oferecer. Vamos costurar juntos este
plano que vai definir ações para os próximos anos com o objetivo de alavancar o
potencial exportador dos estados", disse. Para isso, o MDIC criou o Plano
Nacional da Cultura Exportadora.
O
programa visa a dar apoio e fomento a novas tecnologias e setores potenciais.
Cada estado terá metas específicas que serão monitoradas pelo ministério.
Atualmente, São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro respondem por 51% da pauta
de exportação nacional. Outros 14 estados têm menos de 1% de participação cada
um.
De
acordo com a secretária, o maior alvo do programa são as micro e pequenas
empresas. "Nosso desafio é aumentar o numero de empresas exportadoras,
especialmente de menor porte. Para essas empresas é que esse esforço faz
diferença. As grandes conhecem o caminho. A ideia é não ficar uma coisa
perdida. Vamos além da apresentação de financiamento. Vai ter logística,
capacitação, promoção, apoio e incentivo por meio de ações integradas",
declarou.
A
primeira etapa para implantação do plano ocorre no dia 1º de dezembro, com a
apresentação das propostas de Mapas Estratégicos de Comércio Exterior e Planos
de Ação da Cultura Exportadora feitas com as secretarias estaduais durante o
Encontro de Comércio Exterior (Encomex) do Mercosul, em Curitiba.
A
execução está prevista para começar a partir de abril, em 14 estados que já têm
propostas consolidadas. Entre eles estão: a Bahia, o Ceará, Goiás, o Rio Grande
do Sul e a Paraíba. Outras nove unidades da Federação estão em processo de
ajustes ou complementação de dados. O Plano tem ações até 2014. Segundo
Tatiana, os resultados na balança comercial brasileira não serão sentidos a
curto prazo.
"Empresa
de pequeno porte não traz imediatamente impacto grande em termos de balança, em
total exportado. Temos um outro enfoque, que é o de aumentar a base exportadora
do Brasil e difundir a cultura de exportação nas empresas do Brasil".
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