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quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Preço do alho registra queda (Notícias Secretaria da Fazenda do Estado de Goiás)

Preço do alho registra queda (Notícias Secretaria da Fazenda do Estado de Goiás)
A Secretaria da Fazenda divulga nova pauta de valores referenciais para cobrança de ICMS de produtos do grupo alho que entrou em vigor ontem (segunda-feira,7). Levantamento da Coordenação de Pesquisa Mercadológica, da Gerência de Informações Econômico-Fiscais (Gief), da Sefaz apurou queda de preço do alho, pago ao produtor, comercializado em Goiás.
O alho verde do produtor passou de R$1,00 para 0,72 (centavos), o quilo. O alho na rama (comum) passou de R$1,30 para 0,94 (centavos) o quilo; e de R$2,00 para R$1,44 o quilo do alho nobre. O alho na réstia, de primeira, passou de R$2,00 para R$1,44, o quilo (comum); e de R$2,50 para R$1,80 o alho nobre.
O alho na réstia, de segunda, passou de R$1,60 para R$1,15, o quilo do comum. Já o quilo do alho nobre passou de R$2,00 para R$1,44, preço pago ao produtor. Enquanto isto, o alho para indústria passou de R$1,15 para 0,83 (centavos), o quilo do comum.
O alho sem rama, roxo nobre, de primeira (classes 5, 6 e 7), passou de R$3,80 para R$3,58, registrando queda de 5,81%. O alho sem rama, roxo nobre, de segunda (classes 3 e 4), passou de R$3,19 para R$2,21, queda de 30,64%.
O alho sem rama, roxo comum, de primeira (classes 5, 6 e 7) passou de R$2,90 para R$2,51, o quilo, queda de 13,60%.  O alho sem rama, roxo, de segunda (classes 3 e 4) passou de R$1,91 para R$1,55 o quilo, que da de 18,91%. O alho sem rama, branco, nobre de primeira (classes 5, 6 e 7) passou de R$3,80 para R$2,86, o quilo, queda de 24,64%.
O alho sem rama, nobre, de segunda (classes 3 e 4) passou de R$3,19 para R$1,77 o quilo, baixa de 44,51%. O alho sem rama, branco comum (classes 5, 6 e 7) passou de R$2,90 para R$1,72, o quilo, queda de 40,76%. O alho sem rama, branco comum, de segunda (classes 3 e 4) passou de R$1,91 para R$1,06, o quilo. O alho sem rama registrou queda de 27,91%, ou seja, a mesma variação de preço verificada na pesquisa para o alho verde, preço pago ao produtor; o alho comum e nobre, para indústria e alho comum e nobre, na réstia.
Nesta pesquisa foram incluídas opções de comercialização do alho, sem rama, em caixa de dez quilos. O levantamento de preços para composição da pauta fiscal aconteceu entre final de setembro e início de outubro passado junto aos produtores e compradores de alho no mercado goiano. Goiás é o maior produtor nacional de alho com safra estimada em 45.700 toneladas este ano. Em seguida estão Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, conforme levantamento do IBGE em agosto passado.

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