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segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Mercado eleva projeções de PIB e de inflação para este ano

Mercado eleva projeções de PIB e de inflação para este ano
Analistas estimam crescimento da economia em 2,32% e variação do IPCA em 5,83% até dezembro
 Após a divulgação do surpreendente crescimento do PIB do segundo trimestre (alta de 1,5%), analistas do mercado financeiro elevaram a projeção de evolução da economia brasileira. Segundo a pesquisa Focus do Banco Central divulgada neste segunda-feira, a estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) passou de 2,20% para 2,32%. Entretanto, a projeção para 2014 caiu de 2,40% para 2,30%. Na sexta-feira, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que a economia brasileira avançou 1,5% no segundo trimestre, em relação ao período anterior. Nos primeiros três meses do ano, o PIB cresceu 0,6% em relação ao trimestre anterior.
 Já a estimativa das instituições financeiras para a expansão da produção industrial permanece em 2,11%, este ano, e foi ajustada de 2,90% para 3%, em 2014.
 No caso da projeção para a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB, esta foi mantida em 35%, este ano, e ajustada de 34,70% para 34,85%, no próximo ano.
 Entre as instituições financeiras, a percepção é de saldo negativo em transações correntes (registro das transações de compra e venda de mercadorias e serviços do Brasil com o exterior) seja de US$ 77 bilhões este ano e de US$ 78,90 bilhões, em 2014- anteriormente, a projeção era de US$ 78,55 bilhões.
 A expectativa de investimento estrangeiro direto (IED, recursos que vão para o setor produtivo do país) prossegue em US$ 60 bilhões tanto para 2013 quanto  para o próximo ano. Já a projeção da cotação do dólar subiu de R$ 2,32 para R$ 2,36, ao final deste ano, e de R$ 2,38 para R$ 2,40, no fim de 2014.[3]
 Inflação. O mercado projeta a inflação oficial um pouco maior este ano. medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), este ano, subiu de 5,80% para 5,83%. Para 2014, a estimativa foi mantida em 5,84%. A principal arma do governo para cumprir a meta da inflação-cujo centro é de 4,5%, é a calibragem da taxa básica de juros, a Selic. Para as instituições financeiras, ao final deste ano, essa taxa estará em 9,5% ao ano. No último dia 28, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC elevou a Selic para 9% ao ano. Para o final de 2014, a expectativa para a taxa Selic passou de 9,5% para 9,75% ao ano.

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