Cerca
de 35 mil maços de cigarro falsificados são apreendidos no Recife
Cerca
de 35 mil maços de cigarros falsificados e contrabandeados do Paraguai ou de
marcas originais vendidas sem nota fiscal foram apreendidos durante a Operação
Fumus Malus, deflagrada hoje pela manhã pelo Grupo Nacional de Combate às
Organizações Criminosas (GNCOC), do Conselho Nacional de Procuradores-Gerais. A
informação é do Ministério Público de Pernambuco (MPPE).
A
ação, que no Recife ocorreu no entorno do Mercado de São José e foi rebatizada
de Operação Caipora, envolveu sete estados: Pernambuco, Mato Grosso do Sul, Rio
Grande do Sul, Minas Gerais, Amapá, Rondônia e Goiás.
Também
foram recolhidos na capital pernambucana dez mil litros de bebidas alcoólicas
sem nota fiscal, assim como alimentos e bebidas com prazo de validade expirado.
Dois comerciantes foram presos em flagrante. Foram vistoriados seis
estabelecimentos.
Apenas
em um dos contribuintes, os produtos apreendidos chegam a valer R$ 100 mil. Nos
maços de cigarros falsificados no Paraguai não há selo fiscal e as inscrições
são em espanhol. Vestígios de insetos, como baratas, fariam parte da composição
do material.
De
acordo com o secretário-executivo da Receita Estadual, Oscar Victor Santos, o
estado arrecada por ano uma média de R$ 150 milhões em impostos com a venda de
cigarros. Segundo a Gaeco em Pernambuco,
de cada três cigarros fumados no Brasil, um é falsificado. Das 420 marcas
comercializadas no país, 54 (13%) são legais e 366 (87%) ilegais.
A
Operação Caipora contou com dois promotores de Justiça, dois delegados, dez
policiais civis, 26 policiais militares, 26 auditores da Sefaz e três
servidores do Gae
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