Estado
reduz pauta dos combustíveis para efeito de base de cálculo do ICMS (Notícias
Secretaria da Fazenda do Estado do Mato Grosso)
A
Secretaria de Fazenda de Mato Grosso (Sefaz-MT) reduziu os preços médios
ponderados ao consumidor final (PMPF ou pauta fiscal) para os combustíveis, a
vigorar a partir de 1º de novembro, para efeito de base de cálculo do Imposto
Sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS).
Os
novos valores são resultado de pesquisa extraordinária realizada nos últimos
sete dias, devido ao fato de representantes de entidades do comércio varejista
de combustíveis, da indústria, da agropecuária, do transporte de cargas e da
revenda de gás de cozinha (GLP) terem contestado os preços apurados no último
levantamento.
Os
valores foram anunciados nesta quarta-feira (26.10) pelo Secretário-adjunto da
Receita Pública da Sefaz, Marcel Souza de Cursi, durante reunião com
representantes das entidades econômicas mencionadas. Os novos preços são os
seguintes: gasolina - R$ 3,01; diesel - R$ 2,30; etanol - R$ 2,10; GNV - R$
1,76 e GLP - R$ 3,84. "Já encaminhamos as informações ao Conselho Nacional
de Política Fazendária (Confaz) para que seja providenciada a publicação no
Diário Oficial da União", disse o adjunto.
Em
relação à pesquisa anterior, cujos preços foram divulgados no Ato Cotepe n°
19/2011, em vigor desde o dia 16 de outubro, Marcel informou que a equipe técnica
da Sefaz vai rever o levantamento e, caso haja inconsistências a maior, a
diferença será compensada na apuração das próximas pautas fiscais dos
combustíveis. "O compromisso da Sefaz é não ter compromisso com o erro.
Vamos promover a verificação da exatidão da pesquisa, seguindo o rito
legal", reafirmou.
O
adjunto da Sefaz explicou que a pesquisa é feita com base em critérios técnicos
definidos pelo Confaz e no preço ofertado ao consumidor final. Em Mato Grosso,
o levantamento é realizado a cada 15 dias em cerca de 120 estabelecimentos
situados nos 50 municípios com maior participação no consumo de combustíveis.
Das 27 unidades da Federação, somente São Paulo não utiliza o PMPF como base de
cálculo do ICMS.
Participaram
da reunião desta quarta-feira representantes do Sindicato do Comércio Varejista
de Derivados de Petróleo, Gás Natural e Bicombustíveis de Mato Grosso
(Sindipetróleo), da Associação dos Transportadores de Carga (ATC), do Sindicato
das Empresas de Transporte de Cargas (Sindmat) e do Sindicato de Revendedores
de Gás GLP (Siregás).
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